terça-feira, 10 de maio de 2016

Robôs de telepresença permitem interação à distância entre médicos e a UTI do hospital

A tecnologia que atua no auxílio ao atendimento de pacientes está em operação na UTI do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, e pode contribuir na qualidade do atendimento
Dois robôs de telepresença foram colocados em operação na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Alemão Oswaldo Cruz para auxiliarem a interação entre médicos intensivistas e os médicos responsáveis por pacientes internados na unidade. A tecnologia permite que os profissionais façam a discussão de casos em situações de necessidade, quando o médico assistente do paciente não estiver presente na UTI.

Por meio da aquisição destes robôs de presença, o complexo hospitalar tornou-se a única instituição particular de saúde no Brasil a deter essa tecnologia e oferecer este serviço de telemedicina como apoio aos cuidados médicos de seus pacientes.

Produzido pela empresa Inbot Technology da China, o robô de telepresença tem autonomia de bateria de quatro horas e carregamento rápido. Além disso, ele tem fixação ajustável para tablets de 7 a 10 polegadas e cabeça móvel que permite fazer os movimentos. O equipamento conta com uma rotação de 360°, quatro níveis de velocidade e sistema de prevenção de colisão e queda, que auxiliam a livre circulação pelos corredores e salas da UTI sem que ele sofra algum dano.
IMG_4337Mais qualidade e segurança
“O robô não substitui a presença do médico intensivista na UTI. Ele está lá para auxiliar o contato, através da telemedicina, em casos que o médico titular está distante e não conseguiria chegar a tempo para uma consulta emergencial com o doente”, explica o Prof. Dr. Jefferson Gomes Fernandes, superintendente de Educação e Ciências, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Outra vantagem é poder controlar o robô mesmo em longas distâncias, basta que o médico intensivista acesse o aplicativo do robô e faça a conexão, via Wi-Fi, para assumir o controle, o que pode ser feito, inclusive, através de smartphone.

“Ver o paciente, seus sinais vitais, a forma como ele está reagindo, e discutir simultaneamente com médico plantonista traz informações importantes para o atendimento adequado, além de ajudar a evitar riscos e complicações que podem ser geradas”, diz Fernandes. Para ele, a ideia é o robô fazer cada vez mais parte da rotina de atendimentos da UTI. Futuramente, devido às suas múltiplas funções, poderá ser possível que familiares dos pacientes que não estejam no hospital tenham contato audiovisual com a pessoa internada e com a equipe médica.

fonte segurancadopaciente.com.br
  
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