No domingo, menino de um ano matou cobra com mordida no Litoral do RS
Caso inusitado: Menino de 1 ano mata cobra com mordida no RS
O Grupamento de Busca e Salvamento, ligado ao Corpo de Bombeiros, alerta a população sobre o aparecimento de cobras, aranhas e outros animais fora do habitat natural em períodos de cheias de rios e enchentes. No domingo (1º), um menino de um ano e cinco meses matou uma cobra a mordidas, em Mostardas, no Litoral Gaúcho.
De acordo com o comandante do GBS, Major Roberto Canto, em períodos de chuvas intensas, como aconteceu no Rio Grande do Sul durante o mês de outubro, os animais procuram abrigos e podem aparecer em locais incomuns.
"A recomendação do Corpo de Bombeiros é para que as pessoas tenham muito cuidado no manuseio de seus móveis e pertences após o recuo da água. Muito comum que animais, até insetos, peçonhentos, cobras, eles buscam abrigos em locais não atingidos pelas águas", afirmou o comandante.
Em 2014, o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) do Estado registrou cerca de 5500 casos. Este ano a projeção é fechar com mais de sete mil acidentes com animais peçonhentos. A bióloga do CIT também aponta a chuva como um dos fatores.
"É um número variável, esse ano a gente já teve um pouco mais no verão, tem muita chuva, daqui a pouco os animais ficam desalojados, então alguns fatores podem influenciar. E com a chegada da primavera e do verão, o número de acidente com serpentes e lagartos aumenta bastante.", destaca a bióloga Kátia Moura. Os acidentes mais comuns acontecem com serpentes jararacas e cruzeiras, e aranhas armadeiras.
Devido à chuva, a Prefeitura de Pelotas também notificou a população sobre o aparecimento destes animais, principalmente na orla do Laranjal. Em um dia, foram removidas 157 serpentes, vivas e mortas, em 250 metros de praia.
Em caso de acidentes, a vítima deve lavar o local e não cobrir a área, e buscar imediatamente atendimento médico. É importante informar características sobre o animal que atacou, para auxiliar no atendimento. O CIT pode ser contatado através do telefone 0800.721.3000.
fonte Gaucha


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