As equipes do Corpo de Bombeiro Militar (CBM) encerraram apenas na manhã deste sábado (14) os trabalhos para conter o incêndio de grande proporção que destruiu lojas no Centro de Maceió.
O incêndio que começou no início da noite, por volta das 18h30, se prolongou por toda madrugada sendo contido, segundo a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros, por volta das 6 horas h de hoje.
O incêndio que começou no início da noite, por volta das 18h30, se prolongou por toda madrugada sendo contido, segundo a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros, por volta das 6 horas h de hoje.
Devido à destruição provocada pelas chamas, trechos do calçadão do Comércio, na avenida Moreira Lima estão interditados. O procedimento foi realizado devido o risco de desabamento da fachada de um dos prédios atingidos pelo fogo.
Equipes da Defesa Civil de Maceió vão avaliar neste sábado a situação da estrutura dos prédios que foram tomados pelas chamas. Assim como equipes da perícia que devem começar o trabalho para tentar identificar a causa do incêndio.
Equipes da Defesa Civil de Maceió vão avaliar neste sábado a situação da estrutura dos prédios que foram tomados pelas chamas. Assim como equipes da perícia que devem começar o trabalho para tentar identificar a causa do incêndio.
Desespero
Um incêndio atingiu lojas no centro de Maceió nesta sexta-feira (13). Na tentativa de conter as chamas, o Corpo de Bombeiros enviou as oito viaturas disponíveis na capital. Seis funcionários que estavam dentro de uma das lojas foram retirados do local por policiais da Radiopatrulha.
Um incêndio atingiu lojas no centro de Maceió nesta sexta-feira (13). Na tentativa de conter as chamas, o Corpo de Bombeiros enviou as oito viaturas disponíveis na capital. Seis funcionários que estavam dentro de uma das lojas foram retirados do local por policiais da Radiopatrulha.
O fogo começou por volta das 18h30 (hora local) na loja de aviamentos Gaivota, que tem entradas na Rua Boa Vista e na Avenida Moreira Lima.
Nesta mesma avenida, um prédio anexo à loja também pegou fogo. Devido a intensidade das chamas, toda a fachada da loja ameaça desabar. Por conta disso, os bombeiros decidiram interditar o trecho da rua até a manhã do sábado (14).
Nesta mesma avenida, um prédio anexo à loja também pegou fogo. Devido a intensidade das chamas, toda a fachada da loja ameaça desabar. Por conta disso, os bombeiros decidiram interditar o trecho da rua até a manhã do sábado (14).
Com medo de que as chamas se alastrem para mais locais, muitos lojistas estão retornando ao centro e retirando o máximo possível de mercadorias.Por volta de 20h30, o Corpo de Bombeiros informou que o fogo estava controlado, porém em outro ponto, na Rua do Comércio, uma loja de eletrodomésticos também começou a pegar fogo.
O Coronel Paulo Marques, dos Bombeiros, diz que a situação é complicada pela estrutura do local. "Os prédios são antigos e com muitos equipamentos, por isso o fogo se propagou. A cobertura das lojas e o vento também não auxiliam", relata.
No vídeo ao lado, gravado de um celular pelo repórter Waldson Costa, é possível ver a ação dos bombeiros para tentar controlar as chamas.
Como a Gaivota tem duas entradas, alguns saqueadores aproveitaram para entrar no local e a polícia foi convocada para isolar a área.
Um dos carros do Corpo de bombeiros, ao tentar alcançar o local do incêndio, ficou com as rodas presas em um buraco, que surgiu após o chão ceder devido ao peso do veículo.
O diretor de planejamento da Aliança Comercial, Olinto Osório, comenta que a situação é angustiante. "Este é o quarto incêndio neste ano. Ficamos entristecidos, vendo o fogo comer tudo e assistindo aos bombeiros sem estrutura para dar conta. A perda é imensa, os estoques estavam todos cheios para as festas de fim de ano", lamenta Osório.
O diretor de planejamento da Aliança Comercial, Olinto Osório, comenta que a situação é angustiante. "Este é o quarto incêndio neste ano. Ficamos entristecidos, vendo o fogo comer tudo e assistindo aos bombeiros sem estrutura para dar conta. A perda é imensa, os estoques estavam todos cheios para as festas de fim de ano", lamenta Osório.




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