Quase seis mil senhas foram distribuídas a trabalhadores que formaram filas, em quatro postos. Em Sapucaia, prazo abre em 23 de novembro
Os moradores afetados pela chuva do fim de outubro em Canoas, na região Metropolitana, terão até 20 de janeiro para buscar o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A procura expressiva pelo benefício somou quase 1,6 mil atendimentos só nesta quarta-feira. Amanhã e na sexta-feira, só devem procurar os postos da Caixa Econômica Federal aqueles que já estiveram nas filas hoje e receberam senhas para retornar. Foram distribuídas duas mil para cada dia.
O atendimento a outros canoenses vai ser feito a partir da próxima segunda-feira, das 9h às 18h. A Prefeitura garante que vai continuar distribuindo senhas. Nos quatro pontos, as equipes seguirão atuando até 22 de dezembro. Após, o atendimento vai ser feito nas agências da Caixa Econômica Federal.
Depois da análise dos documentos, a previsão é de que o FGTS seja liberado ao trabalhador em até 15 dias. Os quatro locais para solicitação são o Centro Social Urbano do bairro Mathias Velho, a Igreja Imaculada Conceição do bairro Rio Branco, o Ginásio CAIC do Guajuviras e o Centro de Assistência La Salle, no Niterói. A lista de documentos a serem apresentados está no site da Prefeitura.
Sapucaia
Já em Sapucaia do Sul, os moradores que já fizeram cadastro junto à Prefeitura nas últimas duas semanas serão atendidos a partir do dia 23 de novembro, na sede da Câmara de Dirigentes e Lojistas (av. Primor, nº 287, das 9h às 17h). Depois, também precisarão aguardar o prazo de 15 dias para saque. Segundo a Caixa Econômica Federal, mais de 3 mil moradores já pediram o benefício na cidade.
Do total de 66 cidades que tiveram reconhecimento de situação de emergência pelo governo federal, apenas sete já foram autorizadas a resgatar o FGTS para os atingidos, conforme admitiu a gerência do banco. Além de Canoas e Sapucaia, os moradores da Capital, Taquara, Eldorado do Sul, Caraá e Cambará do Sul iniciaram processo de solicitação. A demora é atribuída à falta de documentação em relatórios entregues pelas prefeituras sobre os locais que tiveram prejuízo.
Podem sacar o saldo existente, limitado a R$ 6.220, moradores de municípios com declaração de Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública homologado. O trabalhador não pode ter realizado saque do FGTS pelos mesmos motivos a menos de um ano.
fonte Rádio Guaíba



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