quarta-feira, 21 de junho de 2017

10 dicas para engajar colaboradores com segurança do trabalho.

O Ministério da Fazenda, por meio de um estudo, mostrou que nos últimos cinco anos quase meio milhão de pessoas sofreram fraturas enquanto trabalhavam. Esses números mostram a importância das organizações de engajar colaboradores com segurança do trabalho.
Entre 2012 e 2016, foram registrados mais de 3,5 milhões de casos de acidente de trabalho em todo o território nacional. Mesmo assim, muitos empresários ainda enxergam a segurança do trabalho como um gasto desnecessário. Eles esquecem que a falta de investimento nesta área impacta negativamente no bolso do trabalhador e da empresa.
A segurança do trabalho torna a rotina na companhia mais segura e organizada, deixa o ambiente agradável e estimula os profissionais a trabalhar com melhor qualidade.

Deseja levar esses benefícios para dentro da sua empresa? Pois listamos 10 dicas para engajar colaboradores com segurança do trabalho:
1. Explique o que é segurança do trabalho
Muitos trabalhadores desconhecem o significado desse conjunto de medidas adotadas para minimizar os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais, que são aquelas provocadas por fatores relacionados com o ambiente profissional.
O primeiro passo para conseguir engajar os colaboradores é explicar o que é a segurança do trabalho. Convoque reuniões para abordar o assunto e distribua materiais explicativos que falem dos benefícios dessas medidas para todos.
2. Torne-se referência no assunto
Como a segurança do trabalho é um tema novo para muitas pessoas, elas precisarão de alguém que seja referência para esclarecer dúvidas, dialogar e propor ideias. Seja esta pessoa! É importante estar sempre disposto a compartilhar conhecimento.

A partir do momento em que você for coerente em suas ações, os demais trabalhadores o enxergarão como modelo a ser seguido. Isso é fundamental para despertar neles o comprometimento com as medidas preventivas da segurança do trabalho.
3. Estimule o espírito de equipe

O sucesso de qualquer ação não se restringe a uma boa ideia. Embora o trabalho individual tenha os seus benefícios, as equipes conseguem se destacar com melhores resultados — inclusive, com menos supervisão.
Para engajar os colaboradores com a segurança do trabalho, mostre que os benefícios apresentados anteriormente se tornarão realidade quando todos estiverem trabalhando juntos. Mostre como cada um é fundamental para o sucesso da jornada.
4. Promova treinamentos regulares sobre o tema
Chegou o momento de treinar todas as equipes da empresa. Mostre aos profissionais as causas que motivam acidentes, como a falta de conhecimento em relação aos riscos, assim como más orientações.
Organize e lidere seminários, debates, e encontros. Como técnico de segurança, fale com propriedade sobre todos os tópicos que precisam ser discutidos. Garanta que nenhum dos procedimentos de prevenção será esquecido durante uma emergência.
5. Reforce as lições de segurança do trabalho em testes

Não fique limitado ao campo teórico. Leve os colaboradores para praticar todos os procedimentos que foram explicados nos encontros que você organizou.

Com a prévia autorização da diretoria, separe um dia para que toda a companhia participe de uma simulação de emergência. Dependendo do trabalho realizado em sua empresa, talvez seja preciso realizar treinamentos específicos — como no caso de um lugar com muitos materiais inflamáveis.
Execute essas ações regularmente para que ninguém esqueça os procedimentos.
6. Forme líderes para ajudar no engajamento
Escolha os trabalhadores que estiverem mais interessados no assunto para transformá-los em líderes e/ou multiplicadores. Eles podem ficar responsáveis por núcleos pré-definidos, como as áreas em que atuam.
À medida que o tempo avançar, você poderá instruir os líderes e multiplicadores de conhecimento para que realizem encontros rápidos com suas respectivas equipes. Eles vão ajudar a motivar os demais profissionais e mantê-los sempre atualizados.
7. Sinalize todas as áreas de risco
Em uma emergência, é muito provável que algumas pessoas entrem em desespero e esqueçam momentaneamente as regras de segurança do trabalho. Por isso, sinalize todas as áreas de risco dentro da companhia.

A sinalização também é importante para alertar visitantes e os novos funcionários com relação a essas potenciais ameaças. Fixe quadros indicando as regras de segurança ou coloque um aviso de “perigo” nos lugares mais críticos.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui regras quanto ao tamanho e as cores da sinalização que visa a segurança no trabalho. Você confere detalhes nas seguintes normas: NR-26/NBR 6493 e NR-26/NBR 7195.
8. Compartilhe e ensine as normas da legislação
Os procedimentos que envolvem a segurança do trabalho não são uma mera iniciativa das empresas. Tratam-se de uma exigência da lei que as normas sejam efetivamente cumpridas.
Uma forma de reforçar os procedimentos é por meio do ensino das leis aos trabalhadores. Eles precisam entender o que há por trás de cada exigência e os motivos pelos quais devem segui-las.
Prepare uma cartilha falando especificamente das normas da legislação e inclua o conteúdo no treinamento. Em vez de apenas citá-las, apresente-as em uma linguagem mais acessível a todos e dê exemplos práticos — isso facilitará o entendimento.

9. Monitore constantemente as ações praticadas
Depois que toda a teoria foi vista e os colaboradores já estão praticando tudo o que foi estudado, será o momento de estabelecer indicadores de qualidade que precisam ser monitorados constantemente. Eles dirão se as ações estão corretas ou não.
O monitoramento também é importante para que você reconheça o empenho da equipe e possa apresentar à diretoria os resultados do seu esforço.
10. Reconheça os talentos e dê os feedbacks
Por fim, depois de todo o trabalho para engajar colaboradores com segurança do trabalho, chegou o momento de reconhecer quem realmente se engajou. Dê os feedbacks necessários para os membros das equipes, líderes e multiplicadores de conhecimento.
Esse retorno da pessoa que eles têm como referência é fundamental para que se mantenham motivados.
Anotou todas as dicas para engajar colaboradores com segurança do trabalho? Antes de colocá-las em prática, faça um planejamento para que tudo saia de acordo com o esperado. Estabeleça as datas, os envolvidos e liste os materiais necessários.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O que é trabalho em altura?

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Um assunto muito importante para profissionais que atuam na área de Segurança do Trabalho: o trabalho em altura.
Responsáveis por inúmeros acidentes — alguns dos quais fatais —, as atividades do tipo têm norma específica que as regula e exige a utilização de equipamentos apropriados.
Interessou-se pelo tema? Continue lendo e obtenha mais informações sobre o que é trabalho em altura!
O que é considerado trabalho em altura?
Segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), considera-se trabalho em altura qualquer atividade executada acima de 2 metros do piso e com risco de queda. Dessa forma, todos os serviços que envolvem o uso de escadas, plataformas ou andaimes podem receber tal denominação.
Apenas profissionais preparados podem exercer esse tipo de trabalho, que deve ser executado com planejamento, organização e cuidados especiais, a fim de garantir a máxima segurança para todas as pessoas envolvidas (mesmo aquelas que se envolvem de forma indireta).

Uma norma regulamentadora trata sobre o assunto, explicando como a atividade deve ser feita e as melhores medidas para evitar acidentes.
Qual NR fala sobre atividades do tipo?
A definição dada acima é a base da Norma Regulamentadora 35, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para esse tipo de serviço. O embrião da norma ocorreu em setembro de 2010, durante o 1º Seminário Internacional de Segurança em Trabalhos em Altura.
Fatos evidenciados no evento realizado em São Paulo sensibilizaram engenheiros — que encaminharam ao MTE o pedido para a criação de uma norma sobre o tema. Sem resistência, o órgão atendeu à solicitação e, em março de 2012, foi publicada a Portaria nº 313, que criou a NR35.

A medida regulamentou tudo que estava distribuído sobre trabalho em altura pelas NRs 10, 12, 18, 33 e 34. Desde então, a NR35 trabalha para melhorar aspectos de segurança e saúde em todas as atividades desenvolvidas em altura.
De forma generalista, a diretriz não se restringe a algum tipo específico de trabalho nessas condições. Esse aspecto é de extrema importância para facilitar a interpretação do trabalhador na maneira correta de agir conforme cada caso.
De acordo com o descrito no tópico NR 35.1.3, “a norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão dessas, com as normas internacionais aplicáveis”.

A NR 35 também aborda as responsabilidades do empregador e dos empregados no que tange a segurança do trabalho em altura. De forma detalhada, é estabelecida a necessidade de capacitação e treinamento dos profissionais, com carga mínima (teórica e prática) para a proficiência.
Além disso, há os demais parâmetros para a realização da atividade, como planejamento, organização, execução, EPIs, acessórios e sistemas de ancoragem. Esses temas serão tratados posteriormente em nosso blog.
Quais são as modalidades de trabalho em altura?
Dados recentes do MTE apontam que a queda em altura representa 40% do percentual de acidentes com trabalhadores no país. Nos últimos anos, os ramos de construção civil, elétrico e de telecomunicações estão entre os que mais têm contribuído para a estatística de acidentes com pessoas. Porém, os riscos de queda em altura também existem em diferentes tipos de tarefas, tais como:
trabalho em poços e escavações;
plataformas e andaimes;
transporte de cargas por veículos rodoviários, ferroviários e marítimos;
montagem e desmontagem de estruturas ou plantas industriais;
manutenção de fornos e caldeiras;
armazenamento de materiais, dentre outros.

Vale ressaltar que também ocorrem acidentes em empresas nas quais a atividade final não é o trabalho em altura. No entanto, em caso de quedas, a situação pode exigir técnicas e equipamentos para o resgate e o salvamento de vítimas.
Com relação às equipes treinadas, cabem a elas os atos de reconhecer os riscos, comunicar irregularidades e parar, a qualquer momento, as atividades.
Quais são as responsabilidades do empregador?
Conforme a NR 35, as responsabilidades daqueles que empregam as pessoas que vão executar algum trabalho em altura são:
assegurar que todas as medidas de segurança dispostas na NR 35 sejam cumpridas;
permitir que sejam realizadas a Análise de Risco (AR) e a Permissão de Trabalho (PT);
desenvolver procedimentos de rotina para as atividades a serem efetuadas em altura;
assegurar que as instalações em que será executado o trabalho em altura sejam previamente avaliadas (desde o estudo até a implementação de todas as medidas de segurança);
cuidar para que sejam tomadas as devidas providências que assegurem o cumprimento de todas as medidas determinadas pela NR 35;
informar os empregados sobre os riscos no trabalho, as medidas de controle e as novidades sobre as regras;
submeter todos os empregados (homens e/ou mulheres) que forem aprovados para efetuar trabalho em altura a treinamento normativo obrigatório com carga horária mínima de 8 h, incluindo parte teórica e prática, no formato presencial;
cancelar qualquer trabalho em altura que não esteja conforme a NR 35;
definir um sistema de autorização de todos os profissionais designados para esse tipo de serviço;
assegurar supervisão para o trabalho em altura em todas as suas etapas;
fornecer os equipamentos de segurança necessários, tanto individuais quanto coletivos;
assegurar que sejam organizados e arquivados todos os documentos previstos na NR 35.
Quais são as responsabilidades do trabalhador?

O empregado também tem certas responsabilidades. Veja quais são elas:
cumprir todas as disposições legais;
ajudar o empregador no cumprimento de todas as diretrizes de segurança;
interromper atividades arriscadas, que não estejam conforme a NR 35, fazendo uso do “direito de recusa”;
cuidar para que sua segurança e saúde (bem como a de seus colegas de trabalho) sejam preservadas.
O que são a Análise de Risco e a Permissão de Trabalho?
As atividades não rotineiras que envolvem trabalho em altura devem ser precedidas de uma Análise de Risco e, previamente, autorizadas por meio de uma Permissão de Trabalho.
A Permissão de Trabalho deve conter:
os mínimos requisitos a serem atendidos para que o trabalho em altura seja realizado;
todas as disposições e medidas definidas na Análise de Risco;
a lista com os nomes de todas as pessoas envolvidas (empregadores, empregados e outros), bem como suas respectivas autorizações.
Como é feito o treinamento?

O empregado só será considerado apto a realizar um trabalho em altura se realizar e for aprovado em um treinamento (teórico e prático) com carga horária de, no mínimo, 8 horas, no formato presencial. Nessa capacitação, o conteúdo deve contemplar, no mínimo, os seguintes assuntos:
normas e regulamentos que são aplicados ao trabalho em altura;
Análise de Risco e condições que impedem a atividade;
riscos em potencial relacionados ao trabalho em altura, além de medidas de prevenção e controle;
EPIs e EPCs (equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletiva, respectivamente);
acidentes mais comuns que acontecem no trabalho em altura;
Comportamento a ser adotado em casos de emergência (deve incluir noções de primeiros socorros e de técnicas de resgate).
O treinamento precisa ser feito pelo empregador periodicamente (de 2 em 2 anos) e sempre que acontecerem uma ou mais das seguintes situações:
alterações nas condições de trabalho, nos procedimentos aplicados e/ou nas operações desenvolvidas;
retorno de um trabalhador que se manteve afastado por um período superior a 90 dias;
mudança de empresa responsável;
fato que aponte que um novo treinamento se faz necessário.
Quais são as estruturas e os equipamentos necessários para se realizar um trabalho em altura?

Os EPIs mínimos necessários para efetuar um trabalho em altura são: trava-quedas retrátil; cinto de segurança (tipo paraquedista); capacete com jugular; talabartes ajustáveis; talabartes simples; talabarte Y; botinas de segurança; óculos de segurança; luvas de segurança; mosquetão de aço e cadeira suspensa.
O trava-quedas é acoplado ao cinto de segurança, em seu ponto dorsal de ancoragem, bem como ao ponto de ancoragem devidamente qualificado. O dispositivo destina-se aos trabalhos efetuados com movimentação vertical (andaimes suspensos, carregamento de caminhões, entre outros exemplos).
Já a cadeira suspensa é usada para deslocamentos verticais. Os talabartes, por sua vez, são úteis para proteger contra quedas em andaimes, torres, estruturas metálicas, escadas e outros locais, permitindo a redução de impactos contra o corpo do profissional através de um absorvedor de impacto integrado ao talabarte (são sempre usados em conjunto com o cinto de segurança).

O cinto de segurança tipo paraquedista é um EPI muito importante para o trabalho em altura, sendo o único autorizado para serviços do tipo. Ele distribui, por diferentes pontos, o peso do corpo em queda livre (o peito e as duas coxas, por exemplo), reduzindo os riscos de lesões na coluna.
Antes de iniciar uma atividade em altura, é preciso analisar maneiras diferentes de prender o cinto de segurança.
Não devem ser empregadas fibras sintéticas ou naturais para fixar o cinto de segurança ao ponto de ancoragem. Em deslocamentos verticais, ele deve estar ligado a um dispositivo trava-quedas que é projetado para reter uma eventual queda com a menor sobrecarga repassada ao usuário através do cinto de segurança tipo paraquedista.
É bastante necessário o estudo do anexo II da NR35, a qual trata justamente dos sistemas de ancoragem, tornando-se um material de alta relevância para a prevenção de quedas. É lá que se faz demarcado um conjunto de componentes que integram um sistema de proteção individual contra quedas – SPIQ. O SPIQ é constituído dos seguintes elementos:
a) sistema de ancoragem;
b) elemento de ligação;
c) equipamento de proteção individual.
Em relação ao ponto de ancoragem especificamente, por exemplo, o anexo II dispõe em seu item 2.1 que:
O sistema de ancoragem pode apresentar seu ponto de ancoragem:
diretamente na estrutura;
na ancoragem estrutural;
no dispositivo de ancoragem.
Quanto aos EPCs, destacam-se:
andaime suspenso;
plataforma provisória;
tela protetora/bandeja de proteção;
grade metálica dobrável;
guarda-corpo de rede;
rede de proteção;
pranchas antiderrapantes;
corrimão;
elevadores de pessoal.
Vale ainda dizer que o anexo supracitado dispõe, em seu item 2.2, que:

2.2 A ancoragem estrutural e os elementos de fixação devem:
a) ser projetados e construídos sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado;
b) atender às normas técnicas nacionais ou, na sua inexistência, às normas internacionais aplicáveis.
Quais são as principais causas de acidentes por quedas?
Os mecanismos criados pela NR 35 definiram os requisitos e as medidas de proteção dos trabalhadores que ganham a vida em altura. A atividade exige 3 fatores básicos ao profissional. São eles: condicionamento físico, condicionamento psicológico e conhecimento técnico.
O fato é que quanto maior a altura, consequentemente maior será o risco de acidentes. Nesse cenário, as principais causas de incidentes por quedas são:
Ausência de planejamento
O princípio básico da atividade consiste na análise prévia do local de trabalho, bem como das atividades que ali serão exercidas. Quando não são observados esses pontos, coloca-se em iminente risco a segurança do profissional e de toda a estrutura.
Carência de treinamento adequado

Ainda hoje, no país, existem trabalhadores que exercem ilegalmente a profissão, sem a capacitação obrigatória exigida pela NR 35.
De acordo com a NR 35.3.2, “considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas”.
Uma vez qualificado por alguma empresa reconhecida pelo MTE, o profissional pode aprimorar ainda mais suas habilidades ao realizar os treinamentos de reciclagem.
Falta ou uso inadequado de equipamentos de segurança
Seja para proteção individual ou coletiva, o uso de equipamentos é uma exigência da legislação para qualquer atividade em altura. A falta ou o uso inadequado de tais utensílios representam grave risco à saúde do trabalhador. Vale ressaltar que os materiais devem estar certificados e se apresentar em bom estado.
Excesso de trabalho
A carga excessiva de trabalho ainda é uma realidade no país — e o serviço em altura exige grande condicionamento físico por parte do trabalhador. Para estar apto a exercer suas atividades, o empregado precisa ter seu tempo de descanso respeitado.
Excesso de confiança
Da mesma forma que o medo pode ser um limitador para a atividade, é possível que o excesso de confiança signifique perigo ao próprio profissional e aos colegas de trabalho. O relaxamento natural após uma falsa sensação de controle na execução desse tipo de serviço pode fazer com que ocorram acidentes.
Falta de feedbacks ou pouca orientação

É comum que os colaboradores sejam repreendidos por tarefas mal executadas em operações ou funções de rotina. Mas é importante reconhecer quando o funcionário cumpre as rotinas da forma correta. Ser reconhecido ao acertar não só é bom para a motivação do time, mas reforça os comportamentos que são desejados dentro da organização.
Quando não há feedbacks sobre o cumprimento de tarefas — sobretudo as mais recentes — e uma orientação adequada para o emprego correto dos equipamentos de segurança (ou as melhores formas de fazer determinados serviços), pode-se aumentar as chances de ocorrerem acidentes, sem contar com o número maior de retrabalhos e a perda de tempo.
Saber o que o líder da empresa pretende ajuda a entender melhor os pontos nos quais cada colaborador está acertando ou errando. Esse conhecimento também permite extrair o melhor das pessoas que trabalham na empresa.
As quedas estão entre os acidentes de trabalho mais comuns. Se a organização tiver uma boa preparação para evitá-las, mostrará zelo pela integridade de sua equipe e terá uma maior produtividade de sua força de trabalho.
fonte: conect.online

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Atividade Vertical Tudo Sobre Ancoragens.

Ancoragens – tudo começa aqui
Podemos seguramente dizer que a parte mais importante de todo o universo da verticalidade é a ancoragem. Os melhores e mais seguros equipamentos e equipes bem treinadas só farão sentido se os pontos de ancoragem forem bem avaliados. Todo o resto falhará se a ancoragem falhar.
O ponto de ancoragem (PA) deve ser escolhido e analisado de forma criteriosa por alguém experiente e deve suportar a carga mais alta prevista para ele, como por exemplo, uma queda fator 2, ou duas pessoas ancoradas ao mesmo tempo (socorrista e vítima). Porém, uma regra não pode ser deixada de lado: o conceito de Fator de Segurança.
O Fator de Segurança funciona da seguinte forma: tanto os equipamentos utilizados em altura quanto os pontos de ancoragem devem suportar 15 vezes a massa prevista para eles, conforme segue abaixo:
MASSA USADA COMO REFERÊNCIA= 100 kg
(peso de um adulto com equipamentos – conforme norma ANSI e ABNT)
FATOR DE SEGURANÇA= 15
100 X 15 = 1.500 Kg

Ou seja, 1.500 kg (por ponto, individual) ou 2.200 kg (por ponto, até duas pessoas) é a carga mínima de ruptura que qualquer ancoragem deve possuir. Partindo do conceito que uma corrente é tão forte quanto o elo mais fraco, não adianta você possuir equipamentos que atendam normas exigentes se o PA não for tão resistente; dificilmente vamos ter em mãos um Dinamômetro (equipamento utilizado em testes para aferir carga de ruptura de equipamentos como cordas, etc) para avaliar se o PA é robusto ou não, portanto a experiência, as técnicas empregadas e o bom senso devem fazer parte do perfil do profissional que irá montar as ancoragens, seja de um simples rapel ou de uma operação de salvamento.

Um ponto de ancoragem ideal deve possuir as seguintes características:
ser robusto e resistente (geralmente parte estrutural em alvenaria, metal, madeira, árvores sadias ou pontos criados pelo homem, chumbados em rocha ou concreto);
ser fixo e imóvel (não faz sentido se ancorar em um ponto que possa se movimentar); no caso da utilização de veículos, cuidados adicionais devem ser tomados tais como: calçar no mínimo duas rodas, manter freio estacionário acionado, deixar marcha contrária à direção da carga acionada, condutor deve entregar a chave para outra pessoa (geralmente o comandante da emergência) e escolher pontos estruturais (rodas, chassi, engates e longarinas);
ser envolvido com proteções para cantos-vivos (evitando desgaste prematuro ou danos irreparáveis nas cordas e fitas);
estar alinhado com a direção da carga, evitando o efeito pêndulo caso ocorra queda;
ser avaliado e inspecionado por pessoa experiente;
ser isolado, evitando o transito de pessoas não envolvidas com os trabalhos. Os alpinistas industriais chamam isso de “Zona de Exclusão”. Alguém deverá ficar de vigia permanentemente, pois tudo o que acontecer ao redor do PA pode influenciar de maneira direta ou indireta sua segurança (ex: vazamento de vapores corrosivos nas proximidades, funcionamento de equipamentos que emanam caloria ou projetam materiais particulados, trânsito de pessoas, quedas de rocha, etc).

Os pontos de ancoragem podem ser classificados em Estruturais, Naturais e Artificiais.
Ancoragem Estrutural: Como o nome sugere, são os mais robustos e resistentes e devem ser nossa principal opção quando disponíveis. Eles formam estruturas dimensionadas para suportar grandes cargas, como vigas e colunas de telhados, construções pré-montadas, etc. É conhecido também como Ponto Bomba (alusão ao termo “à prova de bomba”).

Ancoragens estruturais
Ancoragem Natural: Rochas grandes, maciças, sem fissuras ou trincas ou ainda árvores grandes e sadias, localizadas em solo firme e estável. A base do tronco deve ser preferencialmente o ponto escolhido por ser o mais resistente. CUIDADO! Nem sempre a árvore que parece sadia está sadia… pode estar oca por dentro devido a ação de doenças, cupins, brocas, etc.

Ancoragem Natural
Ancoragem Artificial: Muito comum em escalada e alpinismo industrial, são instaladas em estruturas metálicas, rochas ou concreto, utilizando pinos “P”, chapeletas, olhais, parabolt´s ou spit´s. Devem ser utilizadas no mínimo em pares, através da técnica de equalização ou auto-equalização. PARE DE SER MIJÃO e confie nesse tipo de ancoragem! Desde que instalada corretamente em um local bem avaliado, a carga de ruptura varia entre 15kN e 22kN. Caso ela esteja em área industrial, é obrigatório que o dimensionamento tenha sido feito por um Engenheiro (para uso por uma ou mais pessoas).

Ancoragens artificiais.
Recomendo a visita ao site abaixo para ter acesso a maiores informações sobre a forma de instalação, carga de ruptura e outras dicas importantes sobre esse tipo de ancoragens:
Considere sempre o efeito alavanca, pois pode potencializar as forças atuantes no PA:






ancoragem na base e no topo e o efeito alavanca
Como pode ver, vigas, colunas, rochas grandes e estáveis, árvores grandes e sadias entre outros, podem nos servir como excelentes pontos de ancoragem. Para esses casos basta instalar cada corda através de fita ou um nó próprio diretamente na ancoragem (sempre usar proteção para cantos vivos). O PA não exige backup, mas as cordas sim.
Mas, o que é backup?
Damos esse nome a uma ancoragem adicional que entrará em função de forma automática caso a ancoragem principal falhe, qualquer que seja o motivo. É EXTREMAMENTE IMPORTANTE QUALQUER SISTEMA DE ANCORAGEM SEGURO (S.A.S) POSSUIR REDUNDÂNCIA, OU SEJA, UM PONTO ADICIONAL (BACKUP) CASO O PRINCIPAL FALHE. Por mais bem avaliado que seja o PA, fatores externos (muitas vezes imprevisíveis) podem afetar a segurança, portanto garanta sempre “uma segunda chance” montando um SAS.

ATENÇÃO:
Em um resgate real, após a análise sistemática de vários fatores (gravidade dos ferimentos da vítima, logística, local de difícil acesso, etc…) a corda de segurança pode ser eliminada, o que resultará em um resgate mais rápido. Porém, tenha em mente que caso ela falhe, não haverá segunda chance…
Para compreender essas regras com mais clareza, vamos ilustrar:
Se o ponto de ancoragem (PA) for estrutural (PB ex: vigas e colunas em concreto ou aço), então não faz sentido você fazer backup da ancoragem, pois é improvável que ela falhe ainda que seja uma operação de resgate em altura, com grandes forças envolvidas. Nesse caso o interesse maior serão as cordas e fitas de ancoragem, que deverão ser duplas (linha principal e linha de segurança ou backup). A linha principal é a que sustenta o socorrista, sendo controlada por um freio, preferencialmente de bloqueio automático; a linha de segurança entrará em uso caso a principal falhe, estando ancorada ao socorrista através de um trava quedas ou outro freio automático (nesse caso controlado pela equipe de apoio). Esse é o padrão que considero o mais seguro, utilizado por alpinistas industriais e equipes de resgate técnico.

rapel com corda principal e corda de segurança
E se não houver ponto de ancoragem estrutural disponível?
Exemplo: capotamento de veículo em ribanceira com inclinação de 70º. Não existe ponto de ancoragem estrutural, apenas árvores de médio porte. E agora? Ferrou? Não, não, não. Deveremos redundar além das cordas, os pontos de ancoragem pois quem inspecionou os PA´s entendeu que não são confiáveis caso sejam utilizados isoladamente. Portanto pelo menos duas árvores deverão ser utilizadas, através de uma das seguintes técnicas: Ancoragem Equalizada, Auto-Equalizada ou em Série.
Ancoragem Equalizada: é quando a corda está ancorada à dois PA´s ao mesmo tempo, tendo o peso da carga dividido por igual entre eles. Desvantagem: a corda deverá estar alinhada perfeitamente para que ocorra essa divisão por igual; caso o eixo mude um pouco a direita ou à esquerda, um dos pontos ficará sobrecarregado e outro ficará sem carga. Na ilustração utilizamos o Nó Orelha de Coelho.
Obs: as ilustrações dos Nós são meramente instrutivas. Para saber como fazer o nó corretamente clique sobre o nome do mesmo.

ancoragem EQUALIZADA com Nó Coelho
Observações:
Para efeitos didáticos essa ilustração mostra apenas a corda principal. A corda de segurança poderá ser instalada utilizando os mesmos critérios e pontos de ancoragem;
O ângulo formado pela equalização deve ser o menor possível, do contrário haverá sobrecarga nos pontos e não a divisão como esperado, conforme abaixo:
0º = não há divisão de carga
15° = 50% para cada ponto
90º = 70% para cada ponto
120º = 100% para cada ponto, ou seja,
NÃO FAZ SENTIDO, POIS NÃO ESTARÁ EQUALIZANDO!
acima de 120% possibilidade de sobrecarga e falência do SAS.
Ancoragem Auto-equalizada: como o próprio nome diz, funcionará como acima, porém a divisão da carga entre os pontos de ancoragem ocorrerá de forma automática. É o mais recomendado, pois funciona independente da mudança do eixo de tração da corda. Note que é utilizado o mesmo nó, porém ao invés das alças serem instaladas diretamente aos pontos de ancoragem, passamos unicamente uma das alças (a maior) e utilizamos a menor com um mosquetão para backup e auto-equalização.

ancoragem AUTO EQUALIZADA com nó coelho
Também é possível montar uma ancoragem auto-equalizada utilizando fitas, porém é obrigatório fazer a alça de segurança, pois ela funcionará como um backup caso um dos pontos falhe:

ancoragem AUTO EQUALIZADA com fita
Ancoragem em Série: O ponto de ancoragem principal pode estar acima ou abaixo do backup, porém é obrigatório ambos estarem alinhados entre si para evitar o efeito pêndulo caso ocorra falha no ponto principal aumentando drasticamente o fator de queda. É evidente que o backup deverá ser mais resistente que o ponto principal, pois se este falhar o backup deverá suportar o peso da carga e o pequeno fator de queda resultante. Na ilustração da esquerda o ponto principal é o inferior e o backup está acima; na direita o principal está acima e o backup está abaixo, utilizando um nó Borboleta (nó indicado para esse caso, pois não encavala quando tracionado em direções opostas).

ancoragens em série
Uma questão importante: e se as vítimas estiverem mais à direita ou à esquerda do sentido de descida, poderá haver dificuldade em acessá-las. Para resolver esse pequeno contra-tempo você precisará utilizar um Desvio.
A principal função de um Desvio é deixar a corda alinhada com o sentido de descida quando o SAS (sistema de ancoragem seguro) está em outro ponto, ou ainda desviar a corda de enroscos ou cantos-vivos.

SAS ancoragem equalizada com nó Coelho
Lembre-se que quanto menor for o ângulo formado no desvio mais carga será transferida para ele; quanto maior for esse ângulo, menos carga. O ideal é que se forme ângulo de 120º ou maior, conforme ilustração acima.
Muito bem! Vamos acrescentar mais um item na ocorrência utilizada como exemplo: considerando que a ribanceira possui risco de queda, todos os socorristas que trabalharem próximo de sua borda deverão estar ancorados em uma linha de vida. Observe a ilustração abaixo:


linha de vida sem fracionamento
São três socorristas para a mesma linha de vida. Caso um deles caia, os demais serão puxados devido ao deslocamento da corda para baixo. Problema? Sim. Mas temos a solução! O Fracionamento!
Fracionamento é quando uma corda já ancorada em um SAS necessita ser “re-ancorada” para individualizar partes para cada pessoa, aliviar o peso da corda quando o vão livre é muito alto ou ainda para evitar que tenha contato com cantos-vivos. É uma técnica muito utilizada por equipes de alpinismo industrial, resgate técnico e espeleologia. Veja como ficaria a linha de vida correta:


linha de vida com fracionamento
Para fazer os fracionamentos utilizamos o Nó Borboleta, pois não encavala quando tracionado em direções opostas; o Nó Oito Duplo funcionaria também, porém perderia a simetria pois iria torcer se submetido a cargas em direções opostas. Perceba a diferença: cada socorrista utiliza uma parte da linha de vida de forma individual, e, caso sofra queda, não irá interferir nos demais. Em espeleologia o uso está mais associado à necessidade de livrar a corda de cantos vivos e também permitir que mais de um espeleólogo possa descer na mesma corda, evitando a sobrecarga no SAS principal:

Fracionamento em cavernas
Algumas equipes de resgate têm o costume de utilizar um cordelete com o nó Prussik em ancoragens, tendo duas principais funções: aliviar a carga do nó de ancoragem (geralmente um nó Oito Duplo) e servir como um “fusível”, avisando a ocorrência de sobrecargas no SAS antes que esse falhe. Deverá haver uma folga entre o Nó Prussik e o Nó Oito Duplo, de forma que toda a carga seja distribuída entre os cordeletes, mas deve ser mínima, pois caso o cordelete falhe, resultará um Fator de Queda baixo. Essa técnica é conhecida como Ancoragem Simples.

Ancoragem Simples com Nó Prussik
Para encerrar esse post, indico um ótimo site para consulta sobre esse tema – o da empresa Dois Dez, especializada em sistemas de proteção contra quedas. 

Como Reconhecer Sinais de Abuso em Crianças ou Bebês.

Abuso infantil é um assunto muito sério e é extremamente importante ao lidar com bebês e crianças pequenas, porque elas geralmente não conseguem comunicar bem a situação. São, portanto, impotentes e estão em risco maior do que crianças mais velhas. Se você suspeita que uma criança esteja sendo vítima de abuso, fique atento aos seguintes sinais de alerta.
1. Uma criança que sofre abuso pode exibir um medo repentino de um local, gênero ou aparência física (como mulheres com cabelos longos e castanhos, homens com barba, etc.) em particular. Elas podem chorar quando são deixadas na creche, parecer desconfortáveis ou tentar evitar cuidadores e outros adultos. Por outro lado, elas podem sentir um grande medo de serem deixadas sozinhas ou separadas de um dos pais quando estão na presença de alguém abusivo.

2. Vítimas de abuso sexual podem ficar com medo de tirar a roupa para tomar banho, ou ficar anormalmente desconfortáveis em consultas com o médico. Elas também podem mostrar sinais de regressão, como uma criança que já consegue fazer xixi no pinico começar a fazer na cama de novo; chupar dedo; regredir nas habilidades verbais.

3. As crianças podem ter interrupções no seu padrão de sono e ter pesadelos com maior frequência.

4. Fique atento a um interesse aumentado em sexualidade ou conhecimento de comportamentos sexuais inapropriado para a idade.

5. Crianças que sofrem de abuso podem ser incapazes de se envolver em brincadeiras normais e interativas com outras crianças.

Método 2 de 4:
Sinais emocionais

1. Procure por mudanças repentinas e drásticas de personalidade. Uma criança normalmente extrovertida e assertiva pode ser tornar submissa e passiva, enquanto uma criança geralmente meiga pode agir de forma exigente e agressiva. A criança pode ficar menos falante ou parar de se comunicar quase completamente, ou ainda exibir sinais de desordens na fala, como começar a gaguejar.

2. Crianças que sofrem de abuso podem estar passando por sintomas de trauma e tratar outras crianças, adultos ou animais com raiva e agressão não características delas.

Método 3 de 4:
Sinais físicos

1. Observe sinais externos de abuso físico, como contusões, queimaduras, olhos roxos, cortes e outras feridas. É normal para crianças machucarem os joelhos, a canela, o cotovelo e a testa ao interagir com o ambiente físico – mas contusões são mais suspeitas se aparecerem em lugares incomuns, como no rosto, na cabeça, no peito, nos braços, nas costas ou na genitália.

2. Vítimas de abuso sexual podem ter dores, coceira, sangramento ou contusões na genitália ou na região ao redor, dificuldade de andar ou sentar ou sinais de uma infecção no trato urinário.

3. Crianças podem exibir alterações no apetite, perda total do interesse em comida, vômito ou engasgamento não explicado e outros sintomas relacionados ao estresse emocional.
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Método 4 de 4:
Agindo

1. Converse com o cuidador (ou pais, se você for um amigo da família preocupado) sobre o bebê ou criança em questão. Descubra se eles têm ficado frustrados com a criança ou por que ela está agindo diferente. Saiba que essa pode ser uma situação tensa.

2. Alerte a polícia ou as autoridades corretas do seu estado. Você não precisa ter provas. Eles mesmos vão investigar. É trabalho deles determinar se algo aconteceu ou não, não seu. Isso é crucial, já que a criança não pode falar por si mesma na maioria dos casos e depende de alguém para ajudá-la.
Dicas
Como cada criança se desenvolve em um ritmo diferente, pode ser difícil determinar se uma demora no desenvolvimento dela se origina de um abuso ou de reclamações de dores de cabeça e de barriga que não têm nenhuma causa médica.
A Síndrome do Bebê Sacudido (SBS) é uma forma comum de abuso, na qual a criança é sujeita a uma agitação violenta e vigorosa que pode levar a uma deficiência à longo prazo e até mesmo à mortalidade. Dependendo da duração e da intensidade do episódio, sinais de SBS podem incluir danos na retina, letargia, tremores, vômito, irritabilidade, ataques epilépticos, apetite reduzido, incapacidade de levantar a cabeça e dificuldade de respirar.
Avisos
Quando você confrontar alguém sobre abuso infantil, lembre-se de que essa é uma situação tensa, pois ninguém quer ser acusado de abuso. Se você for ameaçado a qualquer momento, alerte a polícia imediatamente. Isso é importante, pois a criança também pode estar em perigo depois da confrontação.

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fonte: googleweblight.com