Bombeiros civis buscam espaço, respeito e regulamento junto às autoridades
A profissão já reconhecida pela Constituição Federal, mas depende agora de uma regulamentação aprovada pela Assembleia Legislativa. Os profissionais querem mais atenção dos deputados
Construção civil entre os lugares onde os bombeiros civis mais atuam no Tocantins
Apesar de ser relativamente antiga, a profissão de Bombeiro Civil ainda é discreta no Tocantins. Entretanto, o sindicato que reúne os profissionais já contabiliza cerca de cinco mil integrantes em todo o estado, sendo cerca de mil em Palmas. Em Araguaína, são 600, enquanto Gurupi, cem. O dia a dia da categoria tem sido marcado pela busca de espaço e respeito das autoridades e dos empregadores ligados à construção civil, já que é nos canteiros de obra, onde eles mais são solicitados.
A profissão é regulamentada pela Lei Federal 11.901/2009. Segundo Francisco Mourão, presidente do Sindicato no Tocantins, ainda há a necessidade de uma lei estadual regulamentando a atividade do Bombeiro Civil. Mourão revelou que já esteve com o Comando do Corpo de Bombeiros e com outros três deputados, ano passado, solicitando apoio para a apresentação de uma proposta que beneficiasse a categoria. “Não houve resposta até então”, disse.
“Atualmente há um Projeto de Lei de autoria do ex-deputado José Geraldo, tratando do assunto, junto à Casa Civil. Porém, não conseguimos a aprovação por falta de apoio político”, explicou o presidente. “Com a mudança de governo a categoria vai ter que fazer novas gestões com os deputados para ver se o projeto anda”, completou.
Uma das vantagens da contratação do Bombeiro Civil, segundo o presidente, é o fato de o profissional estar durante todo o expediente no local. “Isso aumenta a segurança e as ações preventivas, enquanto os Bombeiros Militares ficam nos quartéis e só aparecem quando são chamados”, pontou Francisco Mourão.
Em Palmas, a construção de civil é o segmento que mais emprega a categoria. Mas o profissional pode atuar também em ambientes com grande fluxo de pessoas, como casas de shows e espetáculos, praias e ainda firmar parcerias com o governo, por exemplo, para cobrir, eventualmente, a falta de efetivo em algumas situações.
“Não adianta ter todo o sistema de última geração se não tem um profissional para executar o serviço quando necessário. Esse ano a gente está tentando fazer com que o projeto de lei vá para a Assembleia Legislativa, porque o benefício é da sociedade. A Constituição Federal garante condições ao terceiro setor para desenvolver os trabalhos e atribuições que o estado não pode por falta de efetivo”, assinalou o presidente.
Uma das vantagens da contratação do Bombeiro Civil, segundo o presidente, é o fato de o profissional estar durante todo o expediente no local. “Isso aumenta a segurança e as ações preventivas, enquanto os Bombeiros Militares ficam nos quartéis e só aparecem quando são chamados”, pontou Francisco Mourão.
Em Palmas, a construção de civil é o segmento que mais emprega a categoria. Mas o profissional pode atuar também em ambientes com grande fluxo de pessoas, como casas de shows e espetáculos, praias e ainda firmar parcerias com o governo, por exemplo, para cobrir, eventualmente, a falta de efetivo em algumas situações.
“Não adianta ter todo o sistema de última geração se não tem um profissional para executar o serviço quando necessário. Esse ano a gente está tentando fazer com que o projeto de lei vá para a Assembleia Legislativa, porque o benefício é da sociedade. A Constituição Federal garante condições ao terceiro setor para desenvolver os trabalhos e atribuições que o estado não pode por falta de efetivo”, assinalou o presidente.
Critérios
O interessado em atuar como Bombeiro Civil tem que ter mais de 18 anos e ensino fundamental completo. Em sua atividade ele tem que saber identificar riscos de incêndios e de acidentes com produtos perigosos, usado ferramentas no intuito de minimizá-los ou eliminá-los; inspecionar e testar regularmente equipamentos de combate a incêndio, equipamentos e locais de risco, bem como rotas de fuga, valendo-se de instruções constantes nas normas pertinentes, a fim de mantê-los em adequadas condições de funcionamento.
E mais, responder a emergências selecionando e operando equipamentos adequados e coordenando equipes de brigadistas e socorristas, para evitar ou minimizar perdas de vidas e bens patrimoniais e ambientais; atuar na regularização da edificação ou área de risco junto aos órgãos públicos e/ou seguradoras, interpretando projetos legais, verificando sua adequação à realidade do local e acompanhando inspeções.
E mais, responder a emergências selecionando e operando equipamentos adequados e coordenando equipes de brigadistas e socorristas, para evitar ou minimizar perdas de vidas e bens patrimoniais e ambientais; atuar na regularização da edificação ou área de risco junto aos órgãos públicos e/ou seguradoras, interpretando projetos legais, verificando sua adequação à realidade do local e acompanhando inspeções.
fonte Mãos À Obra


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